sexta-feira, 9 de setembro de 2011

LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA


De Machado de Assis PI produziu alguns videos baseado em seus contos e romances. como
UM OLHAR SOBRE CAPITU e A CARTOMANTE ou MISSA DO GALO. 
Todos em COELHODEMORAESVIDEOS

-Coelho De Moraes-

            Dentro das linguagens artísticas que Mococa produz, há a linguagem cinematográfica. E hoje cinema não se faz, somente,  com celulóide – fita – mas, também com vídeo de baixa ou alta definição, por exemplo. No mundo existem milhares, isso mesmo, milhares de festivais de vídeos que marcam a imagem e a sensibilidade do mundo inteiro. E Mococa? Além da produção heróica do Brás Machado – AMOR, PODER QUE TRANSFORMA, de profundo apelo cristão ao estilo evangélico, mesmo que os irmãos evangélicos não lhe tivessem apoiado adequadamente, foram pouco irmãos, e,  não deram muita trela para o filme (era de se contar que houvesse maior interesse por parte desses grupos religiosos, já que a obra foi para eles direcionada); ainda temos o Maurício Miguel e suas tentativas e pesquisas e, na maioria das vezes, investidas concretas, mas também heróicas, na área do documentário que, a meus olhos, lhe é o viés mais propício. Opinião minha.
São produtores bissextos.
Dentro das linguagens caricaturais que Mococa produz há uma, que se sobressai quase que diariamente, que é a de agentes de mídia sem pé nem cabeça. Sem falar nas grandes coberturas a lojas familiares, nas grandes entrevistas com políticos subservientes, nas grandes coberturas a ruas asfaltadas que acabam ali e et coetera, temos também direcionamentos de reportagens que conduzem à  auto-propaganda fundada no nada, propaganda do inútilismo de plantão. Hiltons. Riltons. Depois de Paris Hilton, os Riltons são aqueles que ficam famosos sem terem feito coisa alguma. Tem muito Rilton em Mococa.
Voltemos ao cinema. Arte em construção. Além da memória d’O CABELEREIRA, lembrando sempre do Dr. José Olimpio – jovem ator naquela época de 62 - , já vimos nomes mocoquenses no elenco de outras obras: atores de nome como Josué Torres, Marília de Moraes, Bertolucci (ADÁGIO AO SOL, de Xavier de Oliveira), e Sergio Spina (OBSESSÃO NEURÓTICA, AUTO DA BARCA DO INFERNO).
            Mais. Desde 1997 a INDÚSTRIA DO VÍDEO vem produzindo curtas metragens. Parte para a criação de médias e longas em 2009. Dessa forma saliento os nomes de Amanda Garcia, Rafael de Souza, Bruna Freire, Karina Pereira, Lucilda Andrade, Tiago Pereira, Keice Moraes, Angelita Vaz e Ariane Dias jovens que contribuem efetivamente para a arte a cultura da cidade.
            A cidade faz o que? Nada. Então eu digo. Devem ir atrás. Devem assistir a tudo. Devem dar testemunho do que tais jovens podem fazer em seu potencial de crescimento. Assim, se tornarão testemunhas do começo da carreira destes jovens e se orgulharão de um dia terem dado valor a quem merece.

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