segunda-feira, 12 de setembro de 2011

À GUISA DE APRESENTAÇÃO TARDIA


Atuamos como água viva, percorrendo todos os  cantos e ardendo de paiuxão pela arte

Coelho De Moraes

Cumprimentos a todos.
Meu nome é Marco Antonio Coelho De Moraes e venho escrever assuntos pertinentes ao fazer da arte e suas derivações, às vezes não tão artísticas, mas que abrangem a cultura.
Antes de tudo digo que a família por parte de meu pai vem de Arceburgo e Milagres e Guaxupé e Monte Santo, e do lado materno vem de São Paulo e vem da Mooca, portanto nadamos em raízes italianas dos dois lados. 2/3 Itália.
Fiz composição e regência, estudos complementares de encenação teatral e produção videográfica; escrevo obras em formato de musicais cênicos, além de obras para Coro, Grupos Sinfônicos e Câmera. Atuei de 2007 a 2009 como Coordenador de Cultura da FATECmococa (cineclubismo e cinema, principalmente), dez depois de uma ação cultural que alterou o pensamento de Arceburgo com miríades de trabalho em um único ano.  Trabalhei em 2009/10 com o CORO DA MOCIDADE, de canto coral. Hoje monto um repertorio variado com o CORO MUNICIPAL DE MOCOCA. Dirijo, os trabalhos da PRODUTORES INDEPENDENTES – PI, que é uma empresa para produção artística em geral (música, vídeo, literatura, teatro, gravação de CD, gravação de Video)  e dirijo o TEATRO POPULAR DE MOCOCA - que não podia deixar de homenagear um dos nossos grandes artistas cênicos -  ‘ROGÉRIO CARDOSO’. O TPM já montou para mais de 30 peças em 14 anos de trabalho em Mococa e região. Ganhou prêmios. É grupo respeitado. Com a peça NA CAVERNA, de Tiago Pereira, viaja pelas cidades.  Estreará  ‘A CIDADE GRANDE’, em Outubro, sobre textos alterados de Afonso Ferreira.  
Além disso tenho uma discografia que alcança 10 CDs já gravados e lançados, dirigindo vários grupos entre Rio,  São Paulo e Minas Gerais. Em Novembro chegará a obra ABERTURAS, que está em fase de gravação  e mixagem e trata das aberturas dos musicais que compus até hoje.  Trata-se de música instrumental contemporânea. Execução completamente virtual, ou seja, música eletrônica, pois é uma obra cibernética, através da CyberOrketra AMLA ED ACOCOM, seguindo os preceitos do mestre Gismonti. Às vezes tem apoio de instrumentos acústicos dando diferencial colorido.
E na vertente do mestre Allen, a videografia não é deixada de lado tendo a INDÚSTRIA CINEMÁGICA  como executiva das obras de curta, média e longa metragem e cursos curtos. Algumas delas em Festivais e Mostras, outras, através da Internet no espaço cibernético que nos envolve (YouTube, Sapo, Videolog).
Não contente com essa lerdeza, participei da montagem de  uma Incubadora Cultural em São João da Boa Vista. Dela fui presidente em duas gestões. 2004 a 2008.
Por outro lado, e afeito a essas coisas da mente, em 2009 eu exponho a graduação em Filosofia e formação em Psicanálise e hoje já caminho numa Pós Graduação em Artes Visuais.
É o velho interesse na alma e espírito humanos que se desenvolvem na arte.
Isso se a arte permitir e folgar um tempo. Veremos.
A arte tem dessas coisas. A arte exige essas coisas. Não fosse assim e não tendo mais nada que fazer,  eu fabricaria gelatina.

Nenhum comentário:

Postar um comentário